Torcedor é fuzilado por gangue
Faltava cerca de uma hora para a partida quando Francisco Jones chegou aos arredores do Estádio com vários amigos, todos torcedores do Fortaleza. O grupo estava sentado em mesas próximos a algumas barracas de lanches e bebidas na Praça da Gentilândia quando foi surpreendido por uma gangue que, segundo a Polícia, seria da Favela do Canal, localizada no bairro Jacarecanga.
Tiros
O ‘alvo’ da gangue era Francisco Jones. Ao perceber a aproximação dos inimigos, ele tentou fugir, correndo em direção ao Ginásio Aécio de Borba, na esquina das ruas Marechal Deodoro e Paulino Nogueira, mas foi alcançado e recebeu três tiros à queima-roupa na cabeça, tendo morte instantânea. Outro rapaz que estava nas proximidades também ficou ferido. Ele foi baleado na perna e medicado ainda no local por socorristas do Samu. Em seguida, encaminhado à Delegacia do Torcedor, no próprio Estádio, onde prestou depoimento e foi liberado. Seu nome não foi revelado pelos policiais que estavam no plantão.
O cadáver do diretor da TUF ficou estendido no meio da rua, ao lado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará (Ifce).
Comparsas
Segundo o comandante do Batalhão de Policiamento de Eventos (BPE), major PM George Benício, o atirador ainda roubou uma motocicleta para fugir do local do assassinato. Ele foi identificado apenas por ‘Neném’.
Policiais do Ronda do Quarteirão levantaram a informação de que ‘Neném’ estaria com quatro comparsas, identificados por ‘Novinho’, ‘Macaúba’, ‘Tetéu’ e Gersinho, membros da gangue ‘Canal’, rival de bandidos da comunidade do Morro do Ouro.
Fonte, Diário do Nordeste
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